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Mensagem viral no WhatsApp não é de Marcelo Rossi, mas do apóstolo Rina

16 Sep, 2018

Nos últimos dias viralizou no WhatsApp um longo áudio fazendo uma séria análise do que pode acontecer no país caso um partido de esquerda venha a ganhar as eleições este ano.
Equivocamente atribuída ao padre Marcelo Rossi, na verdade foi gravado pelo apóstolo Rina, líder da igreja Bola de Neve. Trata-se de uma fala dele durante uma aula para líderes.
O assunto gerou bastante debate pois levanta questões sérias, que dizem respeito especialmente aos cristãos do país. Rossi fez uma transmissão ao vivo, em seu perfil do Facebook para esclarecer que o áudio não foi gravado por ele, ressaltando que não se pronuncia sobre política.
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A assessoria do apóstolo Rina explicou, em nota, que a gravação não deveria circular de forma aberta. “Deixo claro que o áudio contém minha voz e minha manifestação pessoal sobre o assunto abordado em questão, tendo sido feito — como já dito — sem qualquer intenção de que fosse levada a público e exatamente por isso sequer há minha identificação no começo ou no final na fala”, explica o líder evangélico.
O áudio, que dura mais de quinze minutos, faz duras críticas aos ideais socialistas/comunistas, aborda a situação catastrófica da Venezuela e diz que um esquerdista no poder: “para a Igreja é o pior cenário possível”. Sua convicção é que, dependendo de quem assumir a presidência, o país afundará em uma grave crise.
O pastor destaca ainda que “a gente muda uma nação com oração, mas também com o voto”. Recomenda ainda que se busquem candidatos “honestos e ficha limpa”. Na parte final, lembra que Geraldo Alckmin vem defendendo “valores que não me representa”, ao apoiar abertamente grupos LGBT.
Avaliando o discurso de Mariana, lamenta que ela é socialista. “Marina falhou em não se posicionar” e “colocou de vice um maconheiro”. Para Rina, Jair Bolsonaro “é o único que a gente vê com força para romper… ele representa aquilo que eu acredito”.
O apóstolo afirma que “o cenário político e espiritual andam juntos” e “quando numa nação aquilo que é contrário ao reino de Deus vira lei, significa que o inferno está prevalecendo mais que o Reino de Deus”.

Pastor pede união de evangélicos e católicos “para vencer a esquerda”

16 Sep, 2018

O pastor Jonas Júnior, líder do Ministério Internacional Belém, com sede no Rio Grande do Norte, deu uma entrevista contundente sobre política e religião no programa Interview, da TV Diário do Sertão.


Ele acredita que o grande responsável pela crise política e moral que o país enfrenta são os partidos de esquerda que “destruíram as bases doutrinárias” as quais, “ao longo de 500 anos sustentaram a nação”.

Lembrando que nos últimos 25 anos “estabeleceu-se um projeto ideológico de subversão da nação” que “relativizou o direito à propriedade”, deixou tribunais aparelhados e tentou “destruir a família, que é a base da sociedade”.

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Para Jonas Júnior é preciso que o brasileiro se posicione: “Ou eu me levanto contra isso ou não temos mais futuro”. Na sua visão, o Brasil ainda corre o risco de se tornar como a Venezuela.

O pastor, contudo, não acredita que é justo dizer que todo brasileiro é corrupto. “Em qualquer lugar no mundo – não é o religioso crente ou católico – o homem sem Jesus reinando em seu coração, ele é corrupto”, assegura.

Ao falar sobre a necessidade de católicos e evangélicos nesse momento, foi direto: “Somos filhos de uma briga histórica entre católicos e protestantes. Essa briga não faz mais sentido hoje. Eu vejo muito mais fé em algumas igrejas católicas do que em algumas igrejas evangélicas… Eu vejo muito mais seriedade em alguns padres do que em alguns pastores que eu conheço. Então, tem seriedade dos dois lados e tem gente que se compromete com Cristo dos dois lados.”

Em seguida, o pastor disse que a grande maioria da população brasileira é cristã e, por isso, defende os mesmos ideais. “O povo cristão acredita em família, acredita numa coisa chamada mérito (se você fizer o bem, vai ser recompensado; se fizer o mal, vai ser punido) e esse povo acredita em prosperidade, em trabalhar para conquistar… Então, esse povo cristão está submetido a um povo [políticos] que vai de encontro a tudo isso. Quando nós nos unirmos, nesse entendimento as coisas vão ficar bem”, assevera.

O líder evangélico ressalta que política é ‘um negócio sério’: “Eu não admito um padre ou um pastor vender a alma do país, porque quando ele vende a alma do país ele destrói seu rebanho”.

Finalizou dizendo que “os padres e pastores do Brasil tenham a consciência que nessa eleição não podemos eleger partidos de esquerda que destruíram as bases que, ao longo de 500 anos, sustentaram a nação”.

Assista!

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